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Sobre

O modelo argumenta. O banco cita.

O Ipsis é uma ferramenta para a defesa criminal construída sobre uma regra: o texto da lei nunca é escrito por inteligência artificial. Toda citação aponta para um dispositivo lido do corpus, com a data da leitura.

O que o Ipsis faz

  • Consulta: pergunta em linguagem comum e resposta redigida a partir dos dispositivos encontrados, com cada afirmação presa a uma citação que se abre ao lado.
  • Peça: a resposta à acusação em tráfico de drogas (CPP, art. 396-A), montada do caso do cliente ou da denúncia, em .docx, com a lei transcrita do banco.
  • Jurisprudência: precedentes qualificados do STJ com a situação de cada tema, e as súmulas da curadoria conferidas palavra por palavra no caderno do tribunal.
  • Contratos: cláusula abusiva, cláusula essencial ausente e lei citada revogada, apontadas sem guardar o arquivo nem o resultado.
  • Conferência de citações: uma peça já escrita, conferida citação por citação contra o corpus, sem modelo nenhum.
  • Dosimetria: o cálculo trifásico ao vivo, com a natureza e a quantidade da droga preponderando na primeira fase.
  • Vigília: fontes públicas consultadas todo dia para saber se alguma lei do corpus mudou depois da leitura.
  • Acervo: 80 legislações para leitura, separadas do corpus que a peça cita.

A regra que não muda

Ferramenta jurídica com inteligência artificial costuma errar de um jeito caro: cita artigo que não existe ou redação que já foi revogada. Numa peça protocolada, isso não é defeito de tela. É dano ao cliente.

No Ipsis, o modelo escreve só a argumentação entre as citações. O texto de cada dispositivo é lido do corpus, e a resposta que cita fonte que a busca não trouxe, ou que copia a lei para dentro da prosa, é recusada antes de chegar à tela. A minuta da peça não usa modelo nenhum: as teses foram escritas à mão.

O corpus citável tem 19 leis penais e processuais penais, 2.496 artigos e 8.293 dispositivos, lidos do texto compilado do normas.leg.br em 13/10/2026 pelo repositório ctresb/leis.

Para quem é

Para advogados criminalistas. O Ipsis está em fase de testes e é oferecido sem cobrança. O escopo é estreito por decisão: uma peça processual feita com acabamento, em vez de muitas pela metade.

Ele não presta consultoria jurídica e não substitui a conferência de quem assina a peça.

Quem faz

O Ipsis é mantido por Lucas Maciel Vieira. O código é aberto e está no GitHub, com a arquitetura e as decisões de projeto registradas: é lá que se confere se o que estas páginas dizem é o que o sistema faz.

Contato

Dúvidas, sugestões e pedidos sobre dados: lucasmacielvieira55@gmail.com.

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